quarta-feira, 27 de junho de 2012
Unhas da Semana: Esmaltes Panvel
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Lara
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quarta-feira, junho 27, 2012
Marcadores: Unhas
quarta-feira, 20 de junho de 2012
O que eu amo e detesto na Inglaterra
4 comentáriosEu nunca escondi que apesar de alguns pesares eu amei a Inglaterra, amo ainda e é pra lá que eu vou voltar. Desde o primeiro dia que eu botei meus pés naquela terra me senti totalmente em casa, menos com o idioma, aliás não sei se um dia vou realmente aprender aquela merda!
Mas ainda na vibe de listas, pensei em fazer uma seleção das 10 coisas que eu mais gosto e menos gosto na terra da tia Beth. Eu poderia listar zilhões de coisas, mas pensei nas principais. Lembro como se fosse hoje quando entrava no início da manhã no ônibus, todas as janelas fechadas e eu quase vomitando com aquele cheiro de azedo que vinha de tudo quanto era orifício das pessoas, sem contar o fedor das roupas. Com pesar recordo de alguns que me paqueraram em alguns pubs, e no momento do "approach", o sorriso denunciava uns dentinhos faltantes. No way! Dente pra mim é a primeira impressão!
Mas rio alto quando penso em tudo o que eu comprei por preços ridículos e praticamente tenho orgasmos múltiplos (uiii!) quando me visualizo em London. Um sonho!
A soma do que é bom minimiza os defeitinhos. Quem já viveu sabe.
Detesto (pra não dizer odeio):
- Tempo: Verão inexistente e inverno longo e cruel. Se tu estiver com viagem marcada ou vai estudar, seja a época que for, não precisa levar nada de verão, blusinhas de manga curta, vestidinho. Não vai usar. E se ocasionalmente usar, deixa pra comprar lá que é mais barato.
- Vento constante: Fazer escova pra que? guarda-chuva pra que? Não sei o que é pior: o frio ou o vento.
- Comida: Insonsa ou picante demais. Bom pra emagrecer (o que aconteceu comigo) ou pra engordar (quem desconta em fast food e outras porcarias). Não posso nem me lembrar daquele feijão em lata, do curry em tudo. Arrrg.
- Dentes feios: Nem os mais pobres no Brasil acho que tem dentes tão feios quanto os ingleses. Dizem que o dentista é caro. Mas eu acho que é falta de cuidado mesmo.
- Estilo de vestir: Doido e sem limites. Quer sair de pijama ou com um chifre de unicornio na cabeça? sem problemas. Os guris normalmente vestiam calça skinny justíssima marcando as partes e sapatinho de matar barata nos cantos e as gurias calça jeans santropeito, camisa com um nó e um lenço amarrado como tiara (mais Madona anos 80 impossível). Um professor maravilhoso que tive me deu aula por uns 3 meses com o mesmo tênis (acho que o esquerdo) que tinha um buraco (não um furo, um buraco) bem onde ficam os dedos. Na verdade acho que ele cortou toda aquela parte da frente pra dar uma arejada. Mas as meias estavam sempre impecáveis. Este item da moda choca com a parte do "amo" mais abaixo, que eu digo que aprecio a liberdade de ser o que quiser ser. Como lá ninguém te analisa e pouco importa o que tu veste, qualquer coisa vale.
- Os sem banho: Banho todo dia é coisa de sul americano. Pra dar uma amenizada na situação alguns usam uns paninhos (parece as nossas toalhinhas de mão) e tomam banho de gato. A dona da última casa que eu morei cuidava de um velhinho de 99 anos que tinha tomado o banho derradeiro há 06 anos. Pior que ele tá firme e forte.
- Bêbados: Acho que 90% da população é bêbada. 9h da manhã, hora da escola, ja tem gente bebendo nos pubs. Meu amigo disse que o chefe dele comia cereal com cerveja ao invés de leite. Quem duvida é louco.
- Os que detestam estrangeiros: Vi cenas de preconceito extremo, mas normalmente protagonizadas por drogados, embrigados e um ou outro doido de plantão.
- Pouco calor humano: Pra falar bem a verdade, eu nunca tive este problema. Sempre fui super hiper bem tratata por todos os ingleses que conheci e recebi muito afeto. No fundo eles são reservados. Tive um professor e um peguetinho que pareciam brasileiros. Mas tem amigos que me contaram umas histórias que pra nós não tem sentido, como gente que viveu 8 anos na casa de um inglês e na hora que foi embora o gringo se despediu com um simples "tchau", sem nem um aperto de mão.
- Os que acham que a Inglaterra é um paraíso (tolinhos, o Brasil é que é!!!): Como no passado a Inglaterra colonizou meio mundo, inventou um monte de coisas (futebol, por exemplo), tem uma galera que pensa que eles ainda são os tais. Discordo em muitos aspectos.
Amo:
- Adele: Nem preciso falar muito né. Choro lágrimas de sangue quando lembro que me abobalhei e na hora que resolvi comprar o ticket pro show dela que culminou no DVD era tarde demais. Mas parece que tem ingleses que não gostam dela, assim como todos os colombianos que eu conheci não gostam da Shakira. Não sei porque.
- Preços das roupas, sapatos, bijus, maquiagens e afins: Primark, H&M, Peacoks, New Look, Boots e todos os outros parques de diversões para os economicamente menos favorecidos (categoria em que me incluo). Chegando no Brasil quase tive uma depressão quando vi que até mesmo uma calcinha tem que comprar em prestação.
- London: Cidade perfeita. Meu lugar no mundo (como Barcelona).
- Viajar sem gastar muito: A Inglaterra tá meio que no centro do globo terrestre, tem o aeroporto mais movimentado da Europa e isto facilita bastante pra quem gosta de viajar gastando pouco.
- Liberdade de ser: A verdadeira "Sociedade Alternativa" que Raul Seixas cantava. Lá se pode ser o que quiser, desde que não fira ninguém!
- Parques: Sempre gostei de parques. E lá eles são lindos, grandes, seguros, bem cuidados e estão por todo lado.
- Gente do mundo inteiro num só lugar: Muita diversidade, alias dizem que tá cada dia mais dificil encontrar nativos no Reino Unido, de tantos estrangeiros que tem.
- Educação das pessoas: Se tu tá caminhando na rua e sem querer esbarra em alguém, eles é que te pedem desculpa. Dizer com licença, por favor e obrigado é algo tão básico quanto respirar. Tem horas que se torna chato, porque os brasileiros não estão acostumados com tanta polidez.
- Transporte público eficiente: Avião, ônibus, metrô, trem, barco, táxi. É caro, mas rápido e chega e sai na hora marcada.
- Pubs: Tem gente que não gosta do cheiro de cerveja combinado com madeira, mas eu adoro aquele ambiente: gente conversando, paquerando, comida razoavelmente boa, a variedade de cervejas, cider de vários sabores...
Importante: Estas são as minhas impressões. Pode ter quem não concorde que ingleses sejam educados (dizem que é falsidade), ou que o tempo é bom e o calor do Brasil é que é cruel. Afinal, gosto é que nem fio fó, cada um tem o seu!
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quarta-feira, junho 20, 2012
Marcadores: Vida na Inglaterra
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Top 5: Viagens
8 comentáriosTenho visto em muitos blogs o tal do "Top 5". São os 5 melhores pra tudo: esmaltes, itens de maquiagens, lugares, mais bem dotados... Como nada se cria, eu resolvi fazer igual. Só não vou fazer a lista dos mais dotados porque sou virgem não falo da minha vida pessoal.
Minha lista de hoje é sobre as melhores viagens que eu já fiz (sem dicas de onde comer, onde ir e o escambau porque meu blog não é um blog de viagens). Não vou falar sobre o lugar mais bonito, até porque o lugar mais lindo onde botei meus pés não está no topo da lista (no futuro falo dele), mas sim da viagem como um todo, onde me diverti moooito, a companhia, comida, festas, e claro, paisagens. Teve muitas outras que foram legais, mas não a ponto de estar entre as 5 mais.
1º lugar: Grécia (Santorini, Ios e Mykonos)
3º lugar: Espanha
Ponto fraco: A maconha que eu fumei. O bagulho era tão forte, mas tão forte que tive uma viagem medonha e quase me atirei de um canal.
Curti fazer este post e reviver aqueles maravilhosos momentos. Pena que não da pra voltar no tempo. I wish!
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segunda-feira, junho 11, 2012
Marcadores: Viagens
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Isso também passa...
1 comentários... Já dizia Chico Xavier...
Não quero parecer a reclamona, a mala, a crítica. Mas ando numa fase péssima da minha vida. Parece que fizeram macumba pra mim. Derrotada!
Tô gorda (com uma bola de basquete na barriga), me sentindo feia, não tô trabalhando (cabeça vazia oficina do diabo), não saio mais de casa (aqui também não tem muitos lugares para ir), não queria estar aqui nesta cidade, tem um problema seríssimo de doença na família - com minha mãe que eu amo tanto :(
Ta tudo errado: pele, cabelo, unha. Por dentro, então, nem se fala.
Eu sou uma pessoa com pouco equilibrio emocional e me abalo muito fácil perante as dificuldades. Já aprendi a não gastar mais minha energia com coisas pequenas, mas porque é tão difícil pra mim controlar o desespero? Nem falo de chorar, esperniar, até porque choro muito pouco, mas sim de pensamentos negativos, falta de fome (o que não tem acontecido ultimamente), desesperança... Queria dormir e acordar em outra realidade. Ou queria que o mundo e todas as pessoas explodissem. Sempre fui a "animadora de torcida" da turma, levei a vida rindo, brincando (apesar do meu mau humor as vezes, mas que prejudicava a mim e não as outros). Sempre me envolvi nas mais loucas e divertidas histórias. Como dizia minha dermatologista: "tua vida parece do Ruy e da Vani de Os Normais, tu tem cada uma pra contar..." Mas aqui não conto nem um terço. E ultimamente parece que não tô vivendo, mas sim sobrevivendo.
Desculpa o desabafo. Sei que preciso me reerguer, só não sei como... mas vai passar. Vai TER que passar...
"This too shall pass."
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Lara
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segunda-feira, maio 28, 2012
Marcadores: Cotidiano e balzaquices
sábado, 19 de maio de 2012
Unhas da Semana - mais de um mês depois
0 comentáriosDesculpem a péssima assiduidade, mas eu avisei.
Estive muito ocupada comendo, dormindo e viajando (exatamente nesta ordem).
O esmalte da vez, um vermelho bem vivo (amo vermelhos!!) é o número 13 Geranium da Collection 2000, marca que comprei na Inglaterra, e que como a maioria dos importados têm uma excelente duração.
Pena que na Inglaterra os esmaltes não são muito em conta, se não teria comprado muitos.
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Lara
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sábado, maio 19, 2012
Marcadores: Unhas
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Dilema (?) da idade
0 comentáriosA Páscoa já passou, o mês de abril terminou, mas apresento pra vocês a minha coelha.
Considerando o fato que em 5 meses estarei mais experiente (leia-se mais madura pra gerar um baby), e considerando que a probabilidade de eu ter filhos é quase a mesma que ganhar na Mega Sena - minha mãe quer que eu morda a língua, mas pelo andar da carruagem... - me divirto com meus dois, de certa forma, filhos: minha coelha aí de cima e o Pedro, meu gauchinho.
Eu realmente sou muito relax com esta história de casar, ter filhos, casa e cachorro, e não é encheção de linguiça de balzaca solteira. Eu tinha o mesmo discurso antes, pois no passado morei com uma pessoa por 04 anos (namoramos durante 04 anos antes), nunca quis casar no papel e sempre dizia que ia teria filhos depois dos 30 (exatamente como está a minha situação agora).
Não acho que casamento e filhos são sinômimos de felicidade garantida (mas claro, admiro casamentos duradouros e felizes e gostaria que a maioria, não da pra dizer todos, fossem assim), bem como dinheiro, ou o combo emprego+casa própria+carro, e que é necessário constituir uma família pra não ficar sozinha na velhice (quem garante?). Estes dias encontrei na farmácia a filha de uma senhora que alugou a casa pra mim e pro meu ex quando viemos pra SC. Pessoas muito legais, sempre tivemos um ótimo relacionamento. Fazia pelo menos uns 04 anos que eu não via ela, falamos aquele tradicional: "oi, quanto tempo?", nos abraçamos e ela perguntou, na lata: "Já casou?", porque ela viu meu ex com sua atual, logo sabia que tínhamos nos separado (o que aconteceu em 2007!!). Ela podia ter perguntando primeiro se eu estava bem, o que eu andava fazendo, mas meu estado civil era mais importante...
Ouço algumas mulheres dizerem que a mulher só se descobre mulher e passa a ser feliz de verdade quando se torna mãe. Bem, não posso julgar e dizer que não concordo, porque conheço somente um lado desta moeda. Só que depois da experiência de morar fora, conhecer outras culturas, maneiras de pensar, e até mesmo com o passar dos anos, prefiro acreditar que a pessoa sim deve ser feliz de verdade sendo do jeito que ela acredita ser o mais coerente, sem seguir regras, imposições da sociedade, do que o OUTRO imagina que seja o correto. Já dizia aquela frase: "Não existe o certo e o errado, existe o que é melhor pra você."
Well, se ser mãe é a melhor coisa do mundo eu não sei, só sei que a melhor mãe do mundo é a minha, e se um dia eu for, quero ser exatamente igualzinha a ela!!!!
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Lara
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sexta-feira, maio 11, 2012
Marcadores: Cotidiano e balzaquices
domingo, 6 de maio de 2012
Com que roupa?
0 comentáriosEu mais uma vez tô aqui pra falar de moda. Não, eu não trabalho com moda, não entendo nada de moda, me visto bem normal (e de repente, porque não, bem mal aos olhos dos outros), mas eu gosto de falar do tema. A Inglaterra é uma ótima inspiração: nunca vi tanta gente esquisita, os mais loucos estilos. Mas hoje quero falar sobre a adequação da roupa de acordo com o evento. Pois bem, semana passada fui a um show de pagode, ja confessei aqui que adoro pagode, ai estava em Florianópolis e fui no show do Thiaguinho. O lugar tava lotado, compramos a área vip pra ficar mais perto do palco, e onde, segundo minha irmã, era um pouco mais seleto (ã-hã).
Minha outfit: um shortinho jeans, meia calça (tava muito frio), bota baixinha, camisetinha e casaquinho. Tudo pelo conforto. Mas qual não foi minha surpresa quando, chegando lá, me dou de cara com varias espécies de vaquinhas, cobras, galinhazinhas, vestidas de cima a baixo com brilhos, penas, paetês, sapatos salto 15, maquiagem de drag queen. Se eu estivesse sozinha e não com a minha irmã pra me alertar, pensaria que tinha ido pro lugar errado.
Outras vestiram shortinho curto com uma frente única e rasteirinha, que eu considero até mais adequado, mas se o show fosse em janeiro, é claro. Ai eu penso: cadê o pai ou a mãe destas jovens na hora que elas foram sair de casa? No domingo fomos num sertanejo (sim, me deserdem, eu também gosto de sertanejo), e, mais uma vez, foi aquele festival de vestidos embala a vácuo cheio de lantejoulas e outros adornos. Eu não sei se eu me sentia mal ou aliviada. Ahh, as que não estavam vestidas assim foram de short ou saia de couro com uma camisa colorida de tecido leve e esvoaçante.
Eu não tenho saido muito aqui no Brasil, de repente esta é a nova tendência (se arrumar exageradamente pra qualquer eventinho ou ir de uniforme). Acho que depois de ter vivido fora eu não deveria me surpreender com mais nada, mas ainda fico de boca aberta (e dou muita risada). Não quero ser vista como crítica, só quero compreender o que se passa na cabeça das pessoas. E não me venha dizer que cada um se veste como se sente bem, porque vestido onde não passa uma agulha e adereço igual árvore de Natal não embeleza ninguém, serve é de motivo pra risinho e deboche, inclusive de muitos homens sabiam? Já ouvi coisas do tipo: "ela tá gostosa, mas se fosse minha mulher não saía vestida deste jeito". Porque, porque? Super machista, eu sei, mas se fosse uma coisa interessante de se ver eles não colocariam uma barreira antes de sair de casa. O menos é mais, dizem os especialistas, até porque quem tem classe e é bonita de verdade não precisa de muita coisa. No dia do sertanejo fui com mais 2 amigas e compartilhamos da mesma opinião. Não fica bonito, fica brega.
Parece que foi a Chanel que disse que sempre temos que estar em dia com o look, porque podemos encontrar o nosso amor na próxima esquina. Concordo, mas com coerência e elegância. Mulher tem que ser vaidosa, tem que estar arrumada, cabelo, unha, pele bem cuidados. Mas peruagem excessiva, principalmente pra show de pagode e/ou sertanejo, churrasco na laje, festa de igreja, passeio na praça ou no shopping, pra mim já é demais!
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Lara
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domingo, maio 06, 2012
Marcadores: Cotidiano e balzaquices












